sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Jornalista Raimundo Lima
Há pouco tempo, postei aqui no Blog, um artigo sobre a música do jornalista Raimundo Lima, gravada pelos artistas mais importantes de Angola, fazendo parte do lançamento de um Disco de Incentivo à Alfabetização. Um acontecimento importante, com a presença de ministros e outras autoridades, entre os quais, este jornalista baiano estava como o centro das atenções. Digo isto, para justificar o quanto esta personalidade pode significar para o meio artístico, cultural e jornalístico da Bahia e do Brasil, por duas vezes, presidente do sindicato dos jornalisatas da Bahia, foi também chefe de redação do Jornal do Brasil (escritório da Bahia), e redator do Tribuna da Bahia, uma figura excêntrica, atenta para os problemas sociais, participativa e atuante. A Bahia deveria reconhecê-lo com brevidade, a mídia deveria aplaudi-lo sem restrições. É o que Angola está fazendo no momento, já que este reconhecimento não foi possível em sua propria terra. Ao deixar o Jornal Tribuna da Bahia, para reformular um jornal importante em terras Angolanas, o jornalista, colocou suas coisas em um mochila e partiu rumo ao desconhecido. Deixara para trás, apenas a família, os amigos e o seu emprego de redator. Certamente, as suas expectativas eram intrigantes, mas a fé o colocava na condição de um Condor, voando nas alturas, buscando desafiar os seus próprios limites. Um dia, eu liguei para o seu escritório no jornal e perguntei por ele. Do outro lado da linha, uma atendente me respondeu solícita: “ele foi para Angola!” Tive saudades e fiquei pensando naquele amigo que eu havia conhecido em uma situação especial, apresentado por uma outra amiga que já não está mais entre nós. O tempo passou e, para a minha felicidade, descobrir o seu e-mail pessoal.
Chegando em Angola, Raimundo Lima, foi recebido com respeito, cultivou a sua credibilidade, fundou algumas empresas do ramo de comunicação e hoje também trabalha para o governo daquele país, sendo aplaudido pela sua altivez e sensibilidade nos negócios. Circula entre os maiorais, mas não esquece o seu compromisso com as classes menos favorecidas. Membro da AEBRAN – Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola, procura sempre encontrar uma maneira de está formalizando alguns projetos para aliviar a dor dos refugiados de guerra ou dos portadores de Aids que também são muitos naquele lindo país. Eu mesmo tive a satisfação de participar de um desses projetos com a minha primeira parceria com este amigo, em 2005, na realização de alguns shows dos artistas Zezé Motta e Luiz Melodia dentro da programação da Semana do Brasil que resultou na gravação de um CD ao vivo, sendo doados com a venda dessa obra, 30 mil dólares aos portadores de HIV em Luanda. Depois disso, nos anos posteriores, tivemos o prazer de levar o Zeca Baleiro, Jorge Aragão, Olodum, Banda de Boca e Elba Ramalho.
Para mim, realmente, foi uma felicidade poder compartilhar de alguns dos seus projetos e poder visitá-lo em Luanda algumas vezes e constatando de perto o seu progresso no meio daquele povo maravilhoso, de energia forte e arrebatadora. Testemunhei a sua evolução e a sua paixão de viver com aquela gente, de fazer parte da reconstrução de um pais promissor, como peça fundamental, porque é ele que também cuida de sua alfabetização, Luanda é sua Rainha, Luanda é o seu amor.
Todavia, não só constatei o seu contentamento em terras africanas, mas daqui da Bahia mesmo, fiquei empolgado com um e-mail que transcrevo abaixo que ele me passou, tecendo comentários do seu último aniversário:
“Juahrez, vou dividir contigo,” disse ele, “a alegria da surpresa da primeira comemoração do meu aniversário aqui em Luanda. O Grupo de Mulheres Africanas fez uma Gala especial, com muita gente importante, e show com artistas famosos no Futungo de Belas, a antiga casa do presidente da republica - há um salao de festa maravilhoso, com uma piscina gigante ao meio. Ali na festa com este grupo de mulheres, fui supreendido depois da meia noite com uma homenagem. No palco, uma dirigente fez um pronunciamento me homenageando na comemoração do meu aniversário, tocou parabens, me trouxeram um enorme bolo e apaguei a vela. Entre os presentes, ao meu lado, o ministro da Educação, Burity e vários amigos brasileiros e angolanos que estavam na festa. Foi uma bela comemoração. De manhã, os colegas ofereceram um belo café da manhã no escritório da Casa dos Projetos. Foi muito bom”.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Premiação
Recebi esse reconhecimento de FERNANDA MERBACH, a quem agradeço muito.
"O selo de reconhecimento Blog Instigante premia os blogs que, além da assiduidade das postagens e do esmero com que são feitos, provoca-nos a necessidade de refletir, questionar, aprender e – sobretudo – que instigam almas e mentes à procura de conhecimento e sabedoria."
Indico os Blogs abaixo:
- http://blogs.universia.com.br/quimicalegal
- http://crispassinato.wordpress.com/
- http://educacaoquimicaeciencias.wordpress.com/
- http://www.sirizao.com/
- http://ligadasciencias.wordpress.com/
- bloglog.globo.com/camilaalves
- bloglog.globo.com/astridfontenelle
Regrinha para utilização do selo: Os blogs indicados acima, caso queiram usar o selo, deverão escolher –cada um – 7 blogs com as características acima descritas e deverão copiar a imagem do selo e o texto acima, adicionando-os ao espaço que convier.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Terceiro Trecho de "Lição das Estrelas".
Trecho do meu romance inédito: LIÇÃO DAS ESTRELAS:
"- A nossa missão no momento é patrocinar a redenção dos povos terrenos aos propósitos do Sr. Yahveh. Ele foi bastante claro na assembléia do Conselho, que as conseqüências para aqueles duros de coração seria, no futuro, o exílio em massa de todos os seres e criaturas trevosas que habitam na Terra.
Os olhares estremeceram, diante das palavras incontinentes do Comandante alienígena, mas ele continuou, dessa vez com uma expressão bastante firme e severa:
- A Terra possui um governo de oposição ao Senhor Supremo, a quem Yahveh deve satisfações. É um governo negativo dirigido por uma falange de seres trevosos sob o comando do Dragão. A nossa missão é combater esses seres, dentro de uma estratégia de articulação pedagógica. Por enquanto, adotaremos esse método, mas no futuro seremos implacáveis no nosso modo de agir, retirando todos eles da crosta e levando-os para outros planetas que sejam compatíveis com suas evoluções."
"- A nossa missão no momento é patrocinar a redenção dos povos terrenos aos propósitos do Sr. Yahveh. Ele foi bastante claro na assembléia do Conselho, que as conseqüências para aqueles duros de coração seria, no futuro, o exílio em massa de todos os seres e criaturas trevosas que habitam na Terra.
Os olhares estremeceram, diante das palavras incontinentes do Comandante alienígena, mas ele continuou, dessa vez com uma expressão bastante firme e severa:
- A Terra possui um governo de oposição ao Senhor Supremo, a quem Yahveh deve satisfações. É um governo negativo dirigido por uma falange de seres trevosos sob o comando do Dragão. A nossa missão é combater esses seres, dentro de uma estratégia de articulação pedagógica. Por enquanto, adotaremos esse método, mas no futuro seremos implacáveis no nosso modo de agir, retirando todos eles da crosta e levando-os para outros planetas que sejam compatíveis com suas evoluções."
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Mais um Trecho de "Lição das Estrelas".
Trecho do meu romance inédito: LIÇÃO DAS ESTRELAS:
"A recém-chegada ficou observando Asdron, enquanto ele recompunha as suas energias revitalizadoras, comparando as características de um homem primitivo em relação aos seres dos mundos superiores. E ficou, por um instante, admirada com a misericórdia do Criador. Teleportou-se ao passado em questões de segundos e pode ver Asdron vivendo os seus dias terrestres na antiga Atlântida, nas pessoas de Caim e Seth. O primeiro, um dos colonizadores extraterrestre da Terra primitiva e maioral da época. O segundo,, reencarnação de Caim, em um corpo primitivo da época. As diferenças entre Seth e o habitante do sistema solar de Alpha Centauro eram espetaculares. Aquele homem luminoso de aproximadamente 2,5 metros de altura, cabelos dourados como ouro e olhos de um azul celeste resplandecente, não passava de um protótipo da salvação. “Asdron teve a sua recompensa. Agora o meu amor era o mensageiro dos mundos, exatamente igual àqueles que se lhes apresentavam , na Terra, em suas máquinas voadoras”, pensou ela."
Trecho de "Lição das Estrelas".
Trecho do meu romance inédito, LIÇÃO DAS ESTRELAS:
"Satisfeito com a justificativa de Zípora, Jetro entrou sem nada dizer, enquanto ela lembrava-se dos seus dias com Moisés em Midian; dos seus doces lábios que roçavam por todo o seu corpo trêmulo e louco de prazer, em direção do clímax por onde penetrava o torpor de delírios, que a forçava abraçá-lo ante o gemido rasgado de quem estava na iminência de explodir de tanto orgasmo e paixão. As horas iam se passando e ela parada na porta, esquecida da vida, tornava poderosa a energia eletromagnética que os unia naquele instante e sempre, através das formas-pensamento que transitavam intensamente entre ambos, fazendo da distância o grande estímulo de uma aproximação calorosa que plasmava em seus psiquismos. Parecia eterno tudo o que sentia, não somente na sua vagina,.mas toda a sua existência fluía gostosamente como se ela fosse a mãe de todas as sensações, a fonte inesgotável do limo criador ou da libido sentiendi, que o atraia para ela de todas as maneiras, como se os dois fossem a própria fusão do sexo fora do tempo e do espaço, intercalados em sentidos adversos e incomuns, ora explosivos como os trovões, ora silenciosos como a devastação causada pela fúria das tempestades. Quando retornou dos seus devaneios, estava exausta e foi dormir".
sábado, 22 de agosto de 2009
Cia João de Barro - Um Show de Cultura
Criada pelo Mestre João de Barro em 1985, a Companhia de Dança e Ritmos da Bahia João de Barro é considerada pela critica especializada como uma das melhores companhias de danças típicas da atualidade.
O espetáculo da Cia João de Barro já se apresentou em vários estados do Brasil e pode ser assistido nos melhores hotéis e casas de show de salvador tais como: Restaurante Santíssima Bahia, sendo todas as quintas-feiras, Praça Vila Nova Costa do Sauípe e no Hotel Sofitel Costa do Sauípe, HOTEL OTHON PALACE, PESTANEA HOTEL DA BAHIA entre outros.
Sempre ligada à cultura Baiana, a Cia. João de Barro já participou de grandes eventos no Brasil e em vários paises bem como: Assembléia da CMSB 2009, em Salvador/Ba, Festival gastronômico em Angras do Reis – RJ, Lançamento de Cigarros da Marlboro na Indonésia, Festival de dança na Itália,dentre muitos outros importantes eventos. Participou também de tournées internacionais em países como o Chile, Argentina, Peru, Japão, Áustria, África do Sul, Portugal, França, Inglaterra, Indonésia, Singapura, Alemanha e Ilha de Seychelles no Suriname e recentemente chegou de um cruzeiro no Oriente Médio passando em: Israel, Turquia e Grécia, seduzindo e conquistando milhares de pessoas.
domingo, 9 de agosto de 2009
Quem é Deus?
Fazendo a minha caminhada diária pela orla entre o Bairro de Boca do Rio e Pituba aqui em Salvador, sempre aproveito os dez quilômetros de percurso para refletir sobre algumas questões. Umas delas foi em relação à natureza de Deus.
Allan Kardec, em "O Livro dos Espíritos", cap 1.1, perguntou aos espíritos, "que é Deus?" e eles responderam-lhe: "Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas". Mas será que esta resposta satisfaz? Bom, os estudiosos dizem que nos falta um sentido para compreender Deus. Acho correta esta afirmativa, mas será que poderíamos chegar mais próximos de uma compreensão quase que satisfatória a esse respeito?
Quando falamos em causa primeira ou primária, lembramos do éter cósmico (que a ciência está chamando de partícula de Deus), partícula indivisível, que deu orígem ao átomo. A Criação começou a partir deste contexto, considerando-se que se esta partícula realmente existe, ela teve um Criador também, complicado, né? Todavia, vamos considerar o Éter como a primeira ferramenta do Pai na eclosão da vida para compreendermos melhor a Sua natureza.
É notório que do éter veio o átomo, do átomo surgiu a matéria por meio da atração magnética e assim a matéria foi se condensando e o planeta se formou, o reino mineral, estava em plena convulsão, um princípio inteligente comandava todo o processo, que foi o magnetismo. Sem ele, o átomo não surgiria do éter, e nem a matéria surgiria do átomo. Assim, a evolução desse princípio de vida tomou impulso com o objetivo de plasmar na Terra o reino vegetal, isso aconteceu com a elaboração deste princípio inteligente até se aprimorar ao ponto de haver uma ruptura, surgindo as primeiras plantas.
O reino vegetal também se elaborou durante os milhões de anos para dá um passo à mais que seria o reino animal. Talvez as "plantas carnívoras", as "águas vivas", foram estágios mas avançados desse reino para que o seu princípio de vida pudesse migrar, moldar e plasmar o reino animal. Neste último reino, o que chamamos de princípio inteligente passou para o estágio da consciência.
A Consciência também passou e vem passando por vários estágios. No reino animal ela é chamada de consciência-grupal, porque os animais são movidos apenas pelo instinto. Por que somente instinto? Porque no reino animal a consciência ainda não é individual, ela é fragmentada, cada animal possui uma porção dessa consciência, mas não por inteira. Por esse motivo é que vemos a maneira como se comportam as andorinhas, por exemplo, voando em bando, uma só consciência interagindo e dirigindo todo o grupo, por isso, nem elas e nenhum animal, são portadores de individualidade. Todavia, esta porção de consciência vai aumentando na medida que vai se elaborando e se aprimorando rumo ao reino hominal (homem) onde a consciência é individual. Temos o cão como exemplo dessa consciência bastante elaborada e o macaco como o ser intermediário entre o reino animal e o hominal. Por isso, a frase célebre de Leon Dennis, que sintetiza todo esse mecanismo com simplicidade: "A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no anima e acorda no homem". Em "O Livro dos Espíritos", também está registrado algo semelhante: "...É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, que o vosso acanhado espírito ainda não pode apreender em seu conjunto!”
Sim, depois de tudo explicado sobre os mecanismos da Criação, agora voltamos a nos perguntar sobre a natureza de Deus, mas como nos falta um sentido para a compreensão de Sua constituição, deixamos o "que é Deus?" para nos perguntar, quem é Deus? Quem é este Ser que planejou, arquitetou e aplicou o germe da construção universal na intimidade do éter cósmico, de onde nasceu e continua nascendo a vida? Mas será que encontramos alguma explicação plausível que pudesse chegar, realmente, mais próximos de uma compreensão quase que satisfatória a esse respeito, conforme exortamos anteriormente?
Baseei-me, primeiro, na resposta dos espíritos à Kardec, que Deus é a inteligência suprema, e depois na questão da consciência-grupo. É relevante que se nos animais a consciência é grupal, fragmentada, e no homem a consciência é individual, essa consciência individualizada é comandada por algo superior, que ao invés de ser consciência-grupo é inteligência-grupo. Portanto, veio à tona na minha teoria que Deus é a inteligência-grupal sempre existente, administradora do Universo. Senhor das causas e de todos os níveis de consciência. É anterior à tudo, porque não houve um princípio pré-definido.
Então, se da consciência-grupal surgiu a consciência individual que é fragmentada nos animais, da consciência individual veio a inteligência-grupal que é dividida com os seres humanos, mas na medida que vai evoluindo, essa inteligência-grupo tende a se emancipar tornando-se inteligência individual emancipada (só não é sempre-existente como a do Criador) que é a condição dos deuses, depois do seu estágio no reino hominal. Por isso que o homem foi criado para viver em sociedade, motivo de sua inteligência-grupal. E Deus é uma espécie de Consciência Coletiva Universal Sempre Existente, ou seja, assim como o homem é consciência individual para os animais de consciência-grupal, Deus é Inteligência Individual Suprema para os seres em evolução que são dotados de inteligência-grupo, que é a inteligência Individual fragmentada do Criador.
Espero ter contribuido com as dúvidas das pessoas a respeito desta matéria.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A Arte
Alguém já falou algo semelhante ao que vou falar agora, se referindo à música, mas eu vou aqui abordar o tema Arte, ou seja, vou generalizar. Realmente, o mundo não seria um planeta habitável se não fosse as expressões artísticas, que nos fazem ascender às profundezas do imaginário que ficam sobre as nossas cabeças, em qualquer lugar do além zodíaco ou mesmo nos recônditos do nosso mundo particular, preso às correntes do nosso pensamento.
Penso que uma linda canção suportada à base da lucidez é o ópio dos santos; uma tela retratando uma realidade-irreal analisada sem a extravagância da superficialidade moral, é sadio e arrebatador. A dança, nos coloca volitantes como se galopássemos nas “costas do vento”, e nos injeta a convicção de que somos capazes de praticar o impossível.
Enfim, toda arte nos carrega para o que é mais nobre e puro, nos impulsiona para as aspirações do belo e do útil, porque nos faz refletir em busca de renovação. Contudo, é lamentável, é triste, ver que muitos usam essa arte como trampolim para cair na alienação das drogas e, retardando ainda mais, a felicidade natural em troca dos prazeres artificiais, passageiros e prejudiciais à saúde do corpo e do espírito.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Lição das Estrelas
Um Romance surpreendente! Uma história de amor e tragédia, recheada com palavras de reflexão, envolvendo Moisés e os extraterrestres.Um artefato misterioso e milenar, encontrava-se em poder do rei do Egito e o profeta precisava resgatá-lo e fugir com o seu povo em direção da Terra Prometida.
Na sua jornada de 40 anos pelo deserto, fundou a sociedade secreta Guardiões do Santuário para zelar pelos destinos dos hebreus e para proteger o dito engenho poderoso retirado das mãos de faraó.
sábado, 18 de julho de 2009
Michael Jackson
Hellô, Michael.
"Você já nasceu iluminado, a sua luz brilhou natural e incondicionalmente, ofuscando os orgulhosos, os egoístas e os aproveitadores que, debalde, procuraram apagar um fogo que incendiou o mundo."
JUAHREZ ALVES
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Um Pouco de Minha Vida - JUAHREZ ALVES
Eu nasci no município de Buerarema – Ba, no dia 14 de maio de 1958, em um lugarejo chamado ‘’ Fartura ’’, por ironia da vida, pois os meus pais, sendo pobres, nunca me deram uma infância farta.
Eu tinha 06 anos de idade quando saímos da área rural para morar em Buerarema, em companhia de minha avó materna e os meus tios. Mas foi por pouco tempo porque logo o meu pai chegou da região de Eunápolis onde havia debandado à algum tempo, em busca de um lugar que pudesse com a sua profissão de lavrador, reverter o quadro difícil de nossas vidas. Como ele tinha conseguido um bom pedaço de terra no ‘’ Núcleo Colonial de Porto Seguro ‘’ – próximo de Eunápolis – partimos sem demora, cheios de sonhos e esperança em um ônibus velho por aquelas estradas empoeiradas do sul e do Sudeste da Bahia. Como na época não existia a BR 101, a viagem era longa e cansativa diante do meu olhar atento e feliz, pois não sabia das dificuldades que teria de passar na minha nova jornada.
Enfim, chegamos em Eunápolis por volta das 3:00hs da manhã. Descemos do ônibus esgotados e desvalidos e nos dirigimos a uma casa nas proximidades para pernoitar. Meu pai foi logo batendo na porta e o meu mundo girou de expectativa. Não tinha dúvidas! Moraria naquela cidade. Abracei minha mãe indagando-a sobre o assunto, mas a sua resposta não chegou a ser uma decepção, porque eu achava que se ali era a residência dos amigos de meu pai, coisa igual ou até melhor estaria à minha espera no dia seguinte. Naquele resto de noite eu quase não dormir cheio de preocupações.
Ao amanhecer, seguimos viagem para o local onde meu pai havia conseguido o lote, há uns doze quilômetros da cidade. Só tinha transporte até na entrada – na agra-vila da colônia. O restante do caminho tivemos que seguir à pé. Nada mais existia naquela zona rural, senão uma casinha coberta de palha. O velho já havia desbravado um pedaço da mata fechada e plantado milho e mandioca antes de ir buscar-nos. Faltava tudo o que era necessário em termos de sobrevivência. Fazíamos uma festa quando minha mãe chegava da feira de Eunápolis, aos sábados, e com algum dinheirinho que conseguia, com a venda de farinha, comprava alguns brinquedos ou umas roupinhas novas para nós. A minha maior felicidade foi no dia em que ela nos informou que começaríamos os nossos estudos na sede da colônia. Mesmo sabendo que teríamos de andar os doze quilômetros diários, que era o percurso de ida e volta, não me importei. Estava pronto para começar uma vida nova. Pela primeira vez, eu iria freqüentar um ambiente escolar, já com sete anos de idade.
Não esqueço a capela que ficava ao lado da escola, a qual, na hora do recreio eu passava a maior parte do tempo observando os movimentos do padre. “Ele deveria saber quem era Deus ‘’, pensava eu. Aquele velhinho de barbas brancas, conforme dizia a minha mãe, não me convencia. Eu tinha certeza que Deus era muito mais do que as suas palavras simples. A minha curiosidade não tinha limite a esse respeito, apesar da minha pouca idade. As afirmações de minha mãe que o demônio morava no inferno e punia impiedosamente, até um pensamento ruim, me deixava fervendo de medo. Não foram poucas as noites que acordei assustado, em pânico, em decorrência daqueles comentários. Via, em sonho, aqueles seres de rabo e chifre vindo em minha direção. Tenebrosos e cruéis procuravam a qualquer custo agarrar-me com seus tridentes horríveis. Mas eu escapulia, alçando-me na atmosfera aproveitando os mecanismos da volitação. E eles lá de baixo lançavam raios magnéticos para atingir-me. Por vezes acertavam-me, e eu debandava céu-abaixo despertando-me de súbito com um grito pavoroso!
Minha infância foi marcada por esse tipo de informação. O medo as vezes me fazia pensar em recuar de viver, mas por outro lado eu queria descobrir Deus e, o único jeito seria viver, pois se eu morresse poderia ser que fosse para o inferno, pelo motivo de algum pensamento mal que passava, de vez em quando, pela minha cabeça. E minha mãe sempre foi taxativa nesse seu método doutrinário.
O céu noturno me fascinava e eu perdia horas contemplando a imensidão silenciosa do cosmos. Não sabia que as estrela eram sóis distantes que formavam outros sistemas solares. Contentava-me, apenas, com a idéia que elas estavam lá no firmamento para ilustrar a noite dos homens, assim como a lua para dá mais romantismo aos casais apaixonados. Minha mãe afirmava sempre que ela servia de morada para S. Jorge e apontava convicta para os seus relevos montanhosos afirmando ser a imagem do Santo. Foi uma decepção muito grande para todos nós, a notícia de que o homem havia conquistado a lua. A incerteza da existência de Deus foi a primeira coisa a tomar conta dos meus pensamentos. No entanto, ficava bastante intrigado com o fato da existência do diabo e não de Deus. Podia está incorreto aquele conceito e procurava desvendar o assunto olhando todos os dias em um livro bem grande de capa dura com ilustrações coloridas intitulado: “A vida de Jesus”, que minha mãe tinha desde a mocidade. Esse livro era a minha diversão no pouquíssimo tempo que me restava naquela vida difícil da roça. Eu devia a mim mesmo a questão da descoberta desse mistério, já que o demônio me convencia, pelo fato de ser um dogma da igreja, e era apresentado como assassino do filho de Deus em cumplicidade com os judeus. E se o filho de Deus era o próprio Deus de acordo com a igreja, eu estava quase convicto da sua inexistência. Imagine, a minha maneira de ver os fatos na infância, quando não compreendia direito, os mecanismos da ressurreição da maneira que a igreja explicava.
A saudade, às vezes, me arrebata até aquele lugar e me perco naqueles dias; nos meus sonhos de criança que chegaram a transpor os contratempos que a vida nos impôs, o que é natural para a realidade evolutiva em que vivemos. Eu e meu irmão éramos duas crianças cheias de fantasia. A escola sempre foi a nossa única esperança de liberdade e também um meio para que eu pudesse ter uma idéia satisfatória a respeito da existência de um Criador. Estava decidido: no futuro iria para a faculdade e me tornaria padre. A teologia seria o caminho mais seguro para que eu pudesse persistir nos meus propósitos. Essa notícia ecoou como uma bomba nos ouvidos de meu pai. O cigarro quase caiu dos seus dedos amarelados. Temia não ter neto, se eu persistisse naquela vocação.
Finalmente, depois de alguns anos, eu tive de mudar-me para Eunápolis com objetivo de cursar o ginasial. Minha mãe, depois de ter se separado de meu pai, pela segunda vez, trabalhava num hotel chamado S. Lourenço, na Av. Porto Seguro. Eu passei a estudar e residir com ela nesse hotel em troca de serviços prestados, como tira água da cisterna todas as manhãs, por exemplo, para os afazeres do quotidiano! Mas me sentia feliz pelo fato de morar na cidade e de ter deixado de trabalhar na roça com o nosso pai, todos os dias, depois que chegávamos da escola cansados. Não existia coisa pior para mim!
Infelizmente, como o ginásio era particular, não agüentamos pagar e tive que sair da escola, pela falta de uma escola pública. Como já tínhamos saído do hotel, morávamos em uma casinha que alugamos, a qual, eu pagava com o dinheiro que conseguia pegando frete das madames, na feira, com um carinho de mão. A nossa situação crítica chamou à atenção de “seu” Alexandre, um amigo de idade avançada, que nos convidou para morar em sua casa, pois era doente e morava sozinho. Quando tinha de ir a Salvador fazer algum tratamento médico, sua casa ficava fechada. O convite do saudoso amigo para que eu viajasse com ele, foi a minha primeira oportunidade de conhecer Salvador. A sua promessa de me arranjar emprego de balconista em um barzinho do largo do ouro, no bairro da Liberdade, deu certo e eu fiquei morando no próprio emprego, próximo de onde ele ficou hospedado na casa de sua filha. Nessa época eu estava com 13 anos de idade.
A capital baiana me proporcionou um mundo totalmente diferente do que eu vivia no interior. Lembro-me que não me contive de emoção ao conhecer o centro da cidade, ao ver aqueles grandes edifícios de pertinho, os quais, só via em ilustrações de revistas. Fiquei suspenso, fora de mim, olhando atônito para o alto, sem dá conta de onde eu estava, sendo surpreendido pelo meu colega, que me advertiu quanto a um possível atropelamento, se eu continuasse daquele jeito. O elevador Lacerda deixou-me de coração acelerado ante à resistência de descer para a cidade baixa. Eu parecia um cão sem dono assustado pelo meio da rua.
Naquela noite, ao retornarmos, não conseguir dormir com milhões de planos na cabeça. O que mais doía era a saudade de minha mãe e o sentimento sem trégua de solidão. Terminei retornando para Eunápolis e esse “vai – e – vem” durou por algum tempo, pois fiquei dividido entre a minha família e a grande metrópole, a qual, eu havia me apaixonado e tinha como um dos meus objetivos levar minha mãe e meu irmão em definitivo para lá, já que o meu pai havia constituído outra família e jamais sairia da roça. Sonho, esse, que se realizou mais tarde quando minha mãe já tinha se mudado para a casa de minha avó em Buerarema.
Nunca deixei de dedicar parte da minha vida à literatura e às coisas espirituais. Desde menino que eu escrevia cartas apaixonadas para as minhas pretendentes e as letras de música que tomavam todo o pouco tempo que eu tinha, aspirando um dia tornar-me um escritor de verdade. O tempo foi passando e esse objetivo foi se consolidando com o meu primeiro livro, publicado no ano de 1983, intitulado: “Ecosegos”, de poesias espiritualistas, com um expressivo apoio da imprensa, como entrevistas em teLevísão e jornal, por exemplo. No final de 1998, publiquei o meu segundo livro: “A Era do Espírito Santo na Trajetória da Consciência”, de pesquisa espiritualista em relação à nova era, com ampla divulgação na mídia com propagandas, em revista de circulação nacional, em televisão local, além de matérias na imprensa escrita. Um ano depois da publicação do meu segundo livro, resolvi, então, entrar para a faculdade de Teologia, não com o objetivo de ser padre, como no meu sonho de criança, para a felicidade do meu pai, mas para tornar-me um Teólogo, confirmando a seriedade e a persistência dos meus propósitos de infância, quando escrevi o terceiro livro: “Os Discos Voadores na Bíblia’’, (este ainda inédito) que é, na verdade uma exegese histórico-elucidativo, gramático-elucidativo, bíblico-elucidativo e analítico-comparativo de textos bíblicos com indícios da presença de espaçonaves extraterrestres na Bíblia, e proposições colocadas em tese, visando trazer a Ufologia para a esfera da ciência teológica, em conseqüência de um estudo cuidadoso da Bíblia, depois de muitos anos de pesquisa e reflexão em busca de um significado lógico acerca de seus personagens enigmáticos, a qual, eu a classifiquei de Teologia Pluralista, porque entendo que Teologia, é a ciência de investigação das revelações de Deus, segundo os tempos, levando em consideração as pluralidade das existências, de acordo com o que a razão nos.apresenta.
A questão literária, mesmo antes do meu primeiro livro, conforme expliquei anteriormente, levou-me cada vez mais a tomar gosto pela carreira artística. Envolvendo-me, desde cedo, com a música, participei em Salvador, de alguns festivais estudantis, como intérprete e compositor, até tornar-me produtor de artístico, produzindo desde 1986 até a data atual, espetáculos de grandes artistas da MPB, conforme consta no perfil deste Blog.
Atualmente, encontro-me com um livro de palavras de reflexão escrito, intitulado PALAVRAS OU PÉROLAS? E também um romance, intitulado LIÇÃO DAS ESTRELAS que conta uma versão diferente da vida de Moisés. Estou convicto que parte das minhas revelações estão veladas neste livro, ao passo que os mistérios de Moisés estão revelados. É a minha contribuição humilde e necessária para que se possa acabar com o preconceito de determinados segmentos em não levar em consideração a verdade dos mundos habitados. Contudo, não me envergonho das lágrimas que derramei nos teclados do computador durante o tempo em que passei escrevendo essa história, e isso foi contribuindo para que a minha inspiração fluísse com mais realismo e menos ficção, em conseqüência também da minha dedicação à pesquisa que levei até a exaustão. É um débito pago a mim mesmo, já que na infância eu me propus a investigar os mistérios sobre Deus e coincidência ou não, depois que terminei de escrever este livro, fui convidado para a Maçonaria onde fui iniciado no dia 16 de maio de 2007, um marco inesquecível em minha vida.
Considero que esta obra é um passo importante em minha vida, que vem me separando dos dias de menino, ao longo de toda a minha trajetória em busca de desvendar Deus. Analisando a maneira como eu conduzir toda a minha caminhada, posso afirmar com toda franqueza do mundo, que quando criança eu era um menino com anseios de adulto. E hoje, como adulto, respondendo a uma grande parcela das minhas perguntas, considero-me um menino sempre querendo saber mais, mesmo porque as respostas não são convincentes, partindo do pressuposto de que a Verdade ainda não é absoluta para o homem terreno. Enfim, desvendar Deus da maneira que eu cogitava é uma “possibilidade-impossível” e não faz mais parte dos meus planos imediatos. Pois, no dia em que Ele for desvendado, deixará de ser Deus. Contudo, assim como para Ele nada é impossível, para nós seres terrenos, o impossível é, definitivamente, instrumento de possibilidades infinitas de nossa busca incansável do Ilimitado.
No momento, tenho plena consciência dos meus objetivos. Tenho uma vida eterna e bastante força em manter os pés no chão, pois nunca gostei muito de ficar grudado nos problemas do cotidiano. Sempre preferir vê-los das alturas, porque a visão do alto nos proporciona uma tomada geral dos sentidos e nos faz perder a referência das coisas pequenas, como o orgulho e o egoísmo, por exemplo, e nos dá a sensibilidade de compreendermos – não as coisas pequenas – mas as pequenas coisas que Jesus, no sermão do monte, tanto defendeu como regras para se conseguir grandes vôos em direção da Terra Prometida.
Eu tinha 06 anos de idade quando saímos da área rural para morar em Buerarema, em companhia de minha avó materna e os meus tios. Mas foi por pouco tempo porque logo o meu pai chegou da região de Eunápolis onde havia debandado à algum tempo, em busca de um lugar que pudesse com a sua profissão de lavrador, reverter o quadro difícil de nossas vidas. Como ele tinha conseguido um bom pedaço de terra no ‘’ Núcleo Colonial de Porto Seguro ‘’ – próximo de Eunápolis – partimos sem demora, cheios de sonhos e esperança em um ônibus velho por aquelas estradas empoeiradas do sul e do Sudeste da Bahia. Como na época não existia a BR 101, a viagem era longa e cansativa diante do meu olhar atento e feliz, pois não sabia das dificuldades que teria de passar na minha nova jornada.
Enfim, chegamos em Eunápolis por volta das 3:00hs da manhã. Descemos do ônibus esgotados e desvalidos e nos dirigimos a uma casa nas proximidades para pernoitar. Meu pai foi logo batendo na porta e o meu mundo girou de expectativa. Não tinha dúvidas! Moraria naquela cidade. Abracei minha mãe indagando-a sobre o assunto, mas a sua resposta não chegou a ser uma decepção, porque eu achava que se ali era a residência dos amigos de meu pai, coisa igual ou até melhor estaria à minha espera no dia seguinte. Naquele resto de noite eu quase não dormir cheio de preocupações.
Ao amanhecer, seguimos viagem para o local onde meu pai havia conseguido o lote, há uns doze quilômetros da cidade. Só tinha transporte até na entrada – na agra-vila da colônia. O restante do caminho tivemos que seguir à pé. Nada mais existia naquela zona rural, senão uma casinha coberta de palha. O velho já havia desbravado um pedaço da mata fechada e plantado milho e mandioca antes de ir buscar-nos. Faltava tudo o que era necessário em termos de sobrevivência. Fazíamos uma festa quando minha mãe chegava da feira de Eunápolis, aos sábados, e com algum dinheirinho que conseguia, com a venda de farinha, comprava alguns brinquedos ou umas roupinhas novas para nós. A minha maior felicidade foi no dia em que ela nos informou que começaríamos os nossos estudos na sede da colônia. Mesmo sabendo que teríamos de andar os doze quilômetros diários, que era o percurso de ida e volta, não me importei. Estava pronto para começar uma vida nova. Pela primeira vez, eu iria freqüentar um ambiente escolar, já com sete anos de idade.
Não esqueço a capela que ficava ao lado da escola, a qual, na hora do recreio eu passava a maior parte do tempo observando os movimentos do padre. “Ele deveria saber quem era Deus ‘’, pensava eu. Aquele velhinho de barbas brancas, conforme dizia a minha mãe, não me convencia. Eu tinha certeza que Deus era muito mais do que as suas palavras simples. A minha curiosidade não tinha limite a esse respeito, apesar da minha pouca idade. As afirmações de minha mãe que o demônio morava no inferno e punia impiedosamente, até um pensamento ruim, me deixava fervendo de medo. Não foram poucas as noites que acordei assustado, em pânico, em decorrência daqueles comentários. Via, em sonho, aqueles seres de rabo e chifre vindo em minha direção. Tenebrosos e cruéis procuravam a qualquer custo agarrar-me com seus tridentes horríveis. Mas eu escapulia, alçando-me na atmosfera aproveitando os mecanismos da volitação. E eles lá de baixo lançavam raios magnéticos para atingir-me. Por vezes acertavam-me, e eu debandava céu-abaixo despertando-me de súbito com um grito pavoroso!
Minha infância foi marcada por esse tipo de informação. O medo as vezes me fazia pensar em recuar de viver, mas por outro lado eu queria descobrir Deus e, o único jeito seria viver, pois se eu morresse poderia ser que fosse para o inferno, pelo motivo de algum pensamento mal que passava, de vez em quando, pela minha cabeça. E minha mãe sempre foi taxativa nesse seu método doutrinário.
O céu noturno me fascinava e eu perdia horas contemplando a imensidão silenciosa do cosmos. Não sabia que as estrela eram sóis distantes que formavam outros sistemas solares. Contentava-me, apenas, com a idéia que elas estavam lá no firmamento para ilustrar a noite dos homens, assim como a lua para dá mais romantismo aos casais apaixonados. Minha mãe afirmava sempre que ela servia de morada para S. Jorge e apontava convicta para os seus relevos montanhosos afirmando ser a imagem do Santo. Foi uma decepção muito grande para todos nós, a notícia de que o homem havia conquistado a lua. A incerteza da existência de Deus foi a primeira coisa a tomar conta dos meus pensamentos. No entanto, ficava bastante intrigado com o fato da existência do diabo e não de Deus. Podia está incorreto aquele conceito e procurava desvendar o assunto olhando todos os dias em um livro bem grande de capa dura com ilustrações coloridas intitulado: “A vida de Jesus”, que minha mãe tinha desde a mocidade. Esse livro era a minha diversão no pouquíssimo tempo que me restava naquela vida difícil da roça. Eu devia a mim mesmo a questão da descoberta desse mistério, já que o demônio me convencia, pelo fato de ser um dogma da igreja, e era apresentado como assassino do filho de Deus em cumplicidade com os judeus. E se o filho de Deus era o próprio Deus de acordo com a igreja, eu estava quase convicto da sua inexistência. Imagine, a minha maneira de ver os fatos na infância, quando não compreendia direito, os mecanismos da ressurreição da maneira que a igreja explicava.
A saudade, às vezes, me arrebata até aquele lugar e me perco naqueles dias; nos meus sonhos de criança que chegaram a transpor os contratempos que a vida nos impôs, o que é natural para a realidade evolutiva em que vivemos. Eu e meu irmão éramos duas crianças cheias de fantasia. A escola sempre foi a nossa única esperança de liberdade e também um meio para que eu pudesse ter uma idéia satisfatória a respeito da existência de um Criador. Estava decidido: no futuro iria para a faculdade e me tornaria padre. A teologia seria o caminho mais seguro para que eu pudesse persistir nos meus propósitos. Essa notícia ecoou como uma bomba nos ouvidos de meu pai. O cigarro quase caiu dos seus dedos amarelados. Temia não ter neto, se eu persistisse naquela vocação.
Finalmente, depois de alguns anos, eu tive de mudar-me para Eunápolis com objetivo de cursar o ginasial. Minha mãe, depois de ter se separado de meu pai, pela segunda vez, trabalhava num hotel chamado S. Lourenço, na Av. Porto Seguro. Eu passei a estudar e residir com ela nesse hotel em troca de serviços prestados, como tira água da cisterna todas as manhãs, por exemplo, para os afazeres do quotidiano! Mas me sentia feliz pelo fato de morar na cidade e de ter deixado de trabalhar na roça com o nosso pai, todos os dias, depois que chegávamos da escola cansados. Não existia coisa pior para mim!
Infelizmente, como o ginásio era particular, não agüentamos pagar e tive que sair da escola, pela falta de uma escola pública. Como já tínhamos saído do hotel, morávamos em uma casinha que alugamos, a qual, eu pagava com o dinheiro que conseguia pegando frete das madames, na feira, com um carinho de mão. A nossa situação crítica chamou à atenção de “seu” Alexandre, um amigo de idade avançada, que nos convidou para morar em sua casa, pois era doente e morava sozinho. Quando tinha de ir a Salvador fazer algum tratamento médico, sua casa ficava fechada. O convite do saudoso amigo para que eu viajasse com ele, foi a minha primeira oportunidade de conhecer Salvador. A sua promessa de me arranjar emprego de balconista em um barzinho do largo do ouro, no bairro da Liberdade, deu certo e eu fiquei morando no próprio emprego, próximo de onde ele ficou hospedado na casa de sua filha. Nessa época eu estava com 13 anos de idade.
A capital baiana me proporcionou um mundo totalmente diferente do que eu vivia no interior. Lembro-me que não me contive de emoção ao conhecer o centro da cidade, ao ver aqueles grandes edifícios de pertinho, os quais, só via em ilustrações de revistas. Fiquei suspenso, fora de mim, olhando atônito para o alto, sem dá conta de onde eu estava, sendo surpreendido pelo meu colega, que me advertiu quanto a um possível atropelamento, se eu continuasse daquele jeito. O elevador Lacerda deixou-me de coração acelerado ante à resistência de descer para a cidade baixa. Eu parecia um cão sem dono assustado pelo meio da rua.
Naquela noite, ao retornarmos, não conseguir dormir com milhões de planos na cabeça. O que mais doía era a saudade de minha mãe e o sentimento sem trégua de solidão. Terminei retornando para Eunápolis e esse “vai – e – vem” durou por algum tempo, pois fiquei dividido entre a minha família e a grande metrópole, a qual, eu havia me apaixonado e tinha como um dos meus objetivos levar minha mãe e meu irmão em definitivo para lá, já que o meu pai havia constituído outra família e jamais sairia da roça. Sonho, esse, que se realizou mais tarde quando minha mãe já tinha se mudado para a casa de minha avó em Buerarema.
Nunca deixei de dedicar parte da minha vida à literatura e às coisas espirituais. Desde menino que eu escrevia cartas apaixonadas para as minhas pretendentes e as letras de música que tomavam todo o pouco tempo que eu tinha, aspirando um dia tornar-me um escritor de verdade. O tempo foi passando e esse objetivo foi se consolidando com o meu primeiro livro, publicado no ano de 1983, intitulado: “Ecosegos”, de poesias espiritualistas, com um expressivo apoio da imprensa, como entrevistas em teLevísão e jornal, por exemplo. No final de 1998, publiquei o meu segundo livro: “A Era do Espírito Santo na Trajetória da Consciência”, de pesquisa espiritualista em relação à nova era, com ampla divulgação na mídia com propagandas, em revista de circulação nacional, em televisão local, além de matérias na imprensa escrita. Um ano depois da publicação do meu segundo livro, resolvi, então, entrar para a faculdade de Teologia, não com o objetivo de ser padre, como no meu sonho de criança, para a felicidade do meu pai, mas para tornar-me um Teólogo, confirmando a seriedade e a persistência dos meus propósitos de infância, quando escrevi o terceiro livro: “Os Discos Voadores na Bíblia’’, (este ainda inédito) que é, na verdade uma exegese histórico-elucidativo, gramático-elucidativo, bíblico-elucidativo e analítico-comparativo de textos bíblicos com indícios da presença de espaçonaves extraterrestres na Bíblia, e proposições colocadas em tese, visando trazer a Ufologia para a esfera da ciência teológica, em conseqüência de um estudo cuidadoso da Bíblia, depois de muitos anos de pesquisa e reflexão em busca de um significado lógico acerca de seus personagens enigmáticos, a qual, eu a classifiquei de Teologia Pluralista, porque entendo que Teologia, é a ciência de investigação das revelações de Deus, segundo os tempos, levando em consideração as pluralidade das existências, de acordo com o que a razão nos.apresenta.
A questão literária, mesmo antes do meu primeiro livro, conforme expliquei anteriormente, levou-me cada vez mais a tomar gosto pela carreira artística. Envolvendo-me, desde cedo, com a música, participei em Salvador, de alguns festivais estudantis, como intérprete e compositor, até tornar-me produtor de artístico, produzindo desde 1986 até a data atual, espetáculos de grandes artistas da MPB, conforme consta no perfil deste Blog.
Atualmente, encontro-me com um livro de palavras de reflexão escrito, intitulado PALAVRAS OU PÉROLAS? E também um romance, intitulado LIÇÃO DAS ESTRELAS que conta uma versão diferente da vida de Moisés. Estou convicto que parte das minhas revelações estão veladas neste livro, ao passo que os mistérios de Moisés estão revelados. É a minha contribuição humilde e necessária para que se possa acabar com o preconceito de determinados segmentos em não levar em consideração a verdade dos mundos habitados. Contudo, não me envergonho das lágrimas que derramei nos teclados do computador durante o tempo em que passei escrevendo essa história, e isso foi contribuindo para que a minha inspiração fluísse com mais realismo e menos ficção, em conseqüência também da minha dedicação à pesquisa que levei até a exaustão. É um débito pago a mim mesmo, já que na infância eu me propus a investigar os mistérios sobre Deus e coincidência ou não, depois que terminei de escrever este livro, fui convidado para a Maçonaria onde fui iniciado no dia 16 de maio de 2007, um marco inesquecível em minha vida.
Considero que esta obra é um passo importante em minha vida, que vem me separando dos dias de menino, ao longo de toda a minha trajetória em busca de desvendar Deus. Analisando a maneira como eu conduzir toda a minha caminhada, posso afirmar com toda franqueza do mundo, que quando criança eu era um menino com anseios de adulto. E hoje, como adulto, respondendo a uma grande parcela das minhas perguntas, considero-me um menino sempre querendo saber mais, mesmo porque as respostas não são convincentes, partindo do pressuposto de que a Verdade ainda não é absoluta para o homem terreno. Enfim, desvendar Deus da maneira que eu cogitava é uma “possibilidade-impossível” e não faz mais parte dos meus planos imediatos. Pois, no dia em que Ele for desvendado, deixará de ser Deus. Contudo, assim como para Ele nada é impossível, para nós seres terrenos, o impossível é, definitivamente, instrumento de possibilidades infinitas de nossa busca incansável do Ilimitado.
No momento, tenho plena consciência dos meus objetivos. Tenho uma vida eterna e bastante força em manter os pés no chão, pois nunca gostei muito de ficar grudado nos problemas do cotidiano. Sempre preferir vê-los das alturas, porque a visão do alto nos proporciona uma tomada geral dos sentidos e nos faz perder a referência das coisas pequenas, como o orgulho e o egoísmo, por exemplo, e nos dá a sensibilidade de compreendermos – não as coisas pequenas – mas as pequenas coisas que Jesus, no sermão do monte, tanto defendeu como regras para se conseguir grandes vôos em direção da Terra Prometida.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Novela A Favorita
A Favorita – a melhor novela de todos os tempos deixou saudades. Texto, Roteiro, fotografia, direção, tudo impecável, o melhor possível, o seu autor está de parabéns pelo formato novo, pela nova maneira de escrever novela com cada capítulo uma pequena história, conforme foi dito por alguns críticos. Todavia, em relação a atuação dos atores, fomos obrigados a ignorar a má qualidade de alguns profissionais para reverenciarmos os melhores da dramaturgia brasileira, artistas de qualidade internacional, não devendo nada a Hollywood, a exemplo de Patrícia Pilar, digna de se tornar a melhor atriz brasileira de Televisão e Cláudia Raia, com atuação muito artificial, merecendo ser eleita a pior atriz desta novela, que deixou muito à desejar, sem convencer, sem dá originalidade ao seu papel de Dona Tela.
O Criticador
O Criticador
terça-feira, 21 de abril de 2009
A Era do Espírito Santo

Era do Espírito Santo na Trajetória da Consciência
A teoria de zerar o tempo outra vez, apresentando um calendário mundial.
Um tratado novo para a Humanidade.
Compre com o seu cartão de crédito, boleto bancário, de maneira bastante segura pelo PagSeguro, pois com este meio de pagamento caso a mercadoria não seja entregue, você tem o seu dinheiro de volta.Para grande quantidade, favor entrar em contato pelo e-mail: grandecoracaoproducoes@gmail.com que enviamos a ordem via PagSeguro.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
DJ STRIFE
Nascido em Niterói no Rio de Janeiro, Felipe Marconi Fraga aka Strife, conheceu a música eletrônica em julho de 2006 e desde então se mostrou muito interessado e decidiu se aprofundar e aprender mais sobre os seus conceitos.Em meados de 2007, Strife aprendeu a mixar com a DJ Attractive e hoje já se encontra como residente de eventos como a Energy e a Dynamic.
Desde então vem trabalhando muito aprimorando suas técnicas de mixagem e tocando em diversos eventos do Rio de Janeiro. Apesar de pouco tempo na cena eletrônica, Strife já dividiu palco com Djs como: Delysid (México), Ital (Chile), Flow & Zeo, Perfect Fusion... Entre outros.
Influenciado por Grandes nomes da cena da música eletronica como: Growling Machines, Wrecked Machines, Sesto Sento, Pixel, System Nipel, X-Noize, Gataka, Shanti, Spade, Quadra, entre outros. Strife promete para 2008 montar sets muito dinâmicos e explosivos buscando cada vez mais o conquistar o reconhecimento do público!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Tatau Lança CD Carreira Solo - "Formas e Formas"
A voz e a energia todo mundo conhece e isso não é força de expressão. À frente do Ara Ketu por 24 anos – grupo afro-baiano formado no início da década de 1980 e com o qual lançou seu primeiro disco, em 1992, apenas na Europa –, Tatau anunciou que deixaria o grupo no final de 2007. Somente após cumprir os shows previamente agendados até o Carnaval deste ano, o cantor e compositor passou a se dedicar exclusivamente à sua carreira solo e, em julho, lança seu primeiro álbum, “Formas e Formas”, pela Deckdisc.
Sem maiores atritos, a saída do Ara Ketu visou à maior independência na escolha de repertório – mais autoral – e à nova injeção de ânimo em sua carreira:
- É uma coisa que eu buscava há mais ou menos quatro ou cinco anos. Encontrei uma moçada boa, com a qual posso trabalhar com maior abertura, espontaneidade e prazer – explica Tatau.
Já pela ficha técnica do disco fica fácil perceber esta nova fase do compositor. Em “Formas e Formas”, Tatau assina sozinho nove das 14 faixas do CD, além de outras três com os parceiros Gigi (“Cara a cara”) e Deda (“Edredon” e “Mais de mil motivos”). Esta última, aliás, já pode ser ouvida nas rádios de todo o país desde junho.
O álbum foi produzido por Alexandre Lins – mesmo produtor de Ivete Sangalo – e revela os novos e velhos caminhos pelos quais Tatau pretende se aventurar. “Eu toco o que a minha alma pede, o que acho bacana. O foco desta nova fase de minha carreira está na qualidade das letras”, enfatiza o artista.
Com isso, sua linha musical ganhou novos arranjos, com melodias mais românticas, mas sem deixar os ritmos baianos de lado, como mostram “Povo vem ver” (Armando Cruz) e “Pra te abençoar”, “Quem vai colar com esse negão” e “Check-in” (as três de Tatau). Outro exemplo é “Vai dar praia”, uma das primeiras músicas compostas por Tatau para este disco.
“Formas e Formas” reforça a importância do pagode no trabalho de Tatau, como em “Um bilhete” (Gigi e Dan Kambaiah) e “Quando li teu olhar” e a faixa-título, ambas de Tatau. Na verdade, os mais atentos sabem que Tatau passeia pelo gênero com sucesso há um certo tempo. São composições dele as músicas “Futuro prometido” e “O que tinha que dar”, gravadas anteriormente pelo grupo carioca Sorriso Maroto e incluídas neste seu primeiro CD solo.
É certo que a saída de Tatau do Ara Ketu não representa uma mudança radical em sua carreira. Mas, depois de tantos anos de trabalho em grupo, é natural e legítima a busca por uma identidade própria. Afinal, existem “Formas e Formas” de se fazer música e Tatau sabe disso.
Ouça o sucesso de Tatau:
Sem maiores atritos, a saída do Ara Ketu visou à maior independência na escolha de repertório – mais autoral – e à nova injeção de ânimo em sua carreira:
- É uma coisa que eu buscava há mais ou menos quatro ou cinco anos. Encontrei uma moçada boa, com a qual posso trabalhar com maior abertura, espontaneidade e prazer – explica Tatau.
Já pela ficha técnica do disco fica fácil perceber esta nova fase do compositor. Em “Formas e Formas”, Tatau assina sozinho nove das 14 faixas do CD, além de outras três com os parceiros Gigi (“Cara a cara”) e Deda (“Edredon” e “Mais de mil motivos”). Esta última, aliás, já pode ser ouvida nas rádios de todo o país desde junho.
O álbum foi produzido por Alexandre Lins – mesmo produtor de Ivete Sangalo – e revela os novos e velhos caminhos pelos quais Tatau pretende se aventurar. “Eu toco o que a minha alma pede, o que acho bacana. O foco desta nova fase de minha carreira está na qualidade das letras”, enfatiza o artista.
Com isso, sua linha musical ganhou novos arranjos, com melodias mais românticas, mas sem deixar os ritmos baianos de lado, como mostram “Povo vem ver” (Armando Cruz) e “Pra te abençoar”, “Quem vai colar com esse negão” e “Check-in” (as três de Tatau). Outro exemplo é “Vai dar praia”, uma das primeiras músicas compostas por Tatau para este disco.
“Formas e Formas” reforça a importância do pagode no trabalho de Tatau, como em “Um bilhete” (Gigi e Dan Kambaiah) e “Quando li teu olhar” e a faixa-título, ambas de Tatau. Na verdade, os mais atentos sabem que Tatau passeia pelo gênero com sucesso há um certo tempo. São composições dele as músicas “Futuro prometido” e “O que tinha que dar”, gravadas anteriormente pelo grupo carioca Sorriso Maroto e incluídas neste seu primeiro CD solo.
É certo que a saída de Tatau do Ara Ketu não representa uma mudança radical em sua carreira. Mas, depois de tantos anos de trabalho em grupo, é natural e legítima a busca por uma identidade própria. Afinal, existem “Formas e Formas” de se fazer música e Tatau sabe disso.
Ouça o sucesso de Tatau:
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Lucynha Cintra - Preparada Para Viver Uma Nova Fase de Sua Carreira
Às vezes o tempo se encarrega de nos presentear com pessoas maravilhosas. A ex-Axé Blond Lucynha Cintra, foi essa dádiva de Deus que aconteceu em minha vida. As circunstâncias foram as mesmas do Cecéu Muniz – seu namorado - artigo postado abaixo. Foi nesse mesmo dia, no aeroporto Galeão do Rio de Janeiro rumo à Luanda, que também nos conhecemos pessoalmente. A Rosângela, produtora da banda, a convidou para me apresentar e ela saiu toda prestativa do meio dos músicos em minha direção. Foi flagrante a maneira fraterna e descontraída como nos cumprimentamos. Fiquei pasmo com a atmosfera de sua aura luminosa e, deixando me envolver pelo seu encanto, logo percebi as fagulhas de fluídos e carismas que emanavam de seus gestos.Algum tempo depois do retorno de Angola, onde consolidamos e selamos a nossa amizade com elementos recíprocos de sinceridade e respeito, fiquei sabendo através dela mesma que estava saindo da Banda pra fazer carreira solo. Iria deixar a liderança do grupo, onde como vocalista, fez a banda se transformar em uma das maiores de axé do país. Percebi que se sentia feliz em poder começar uma nova etapa de sua carreira cantando antigos sucessos da Banda, que chegaram na boca do povo e caíram no gosto dos jovens e novas músicas que com certeza também cairão no gosto popular.
Pela marca de 25 mil cópias vendidas em seu primeiro DVD - Mais Que Banda Uma Paixão -, o Axé Blond recebeu o DVD de ouro, quando também comemorou os oito anos do grupo, sendo seis anos sob a sua liderança.
Esse trabalho, gravado no final de 2006, em São Paulo com um público de 8 mil pessoas, trouxe as participações de Tony Salles do É o Tchan, Cecéu Muniz e Ancelmo Sasy, vocalista da banda Tribalera.
O CD Samba Aí, por exemplo, um dos trabalhos mais bem sucedidos da Banda, comemorou os 7 anos de estrada e a melhor fase de sua carreira com Lucynha Cintra no vocal.
A música Samba Aí, de sua autoria e Cecéu Muniz foi uma das mais tocadas nas rádios em todo o Brasil, conquistando o primeiro lugar em várias parcerias que assina quase todas as faixas do álbum.
No repertório dos shows, como carreira solo ela afirma que promete cantar suas músicas ao vivo retiradas de shows por todo o Brasil, inclusive todos os outros sucessos que consagraram o Axé Blond, tais como: “Pancadão”, “To de Boa”, “No Mexe Mexe”, “Mistura Aí” , “Pega Essa Levada”, “Pra Quebrar” e “Caminhoneiro”, essa última, uma homenagem ao segmento que adotou o Axé Blond e a consagrou como a Rainha dos Caminhoneiros do Brasil.
Por três anos consecutivos a Banda sob sua liderança, foi contratado pela Texaco do Brasil para mais de quarenta shows por ano. Essa parceria não levou o Axé Blond só a palcos de todo o país mas também desenvolveu um projeto social com comunidades carentes pelas localidades por onde passou. Em cada cidade que recebeu o show do Axé Blond, levado pela Texaco do Brasil, escolas de periferia foram visitadas pelo grupo e 1600 livros de cidadania foram distribuídos a crianças de famílias de baixa renda, num projeto que foi batizado de Semeando Cidadania com o Axé Blond, mostrando que o grupo, através do seu comando, além de imagem foi também musicalidade conquistando o seu espaço na música brasileira.
A Banda, por várias vezes, chegou a causar congestionamento na internet com mais de 20 mil acessos em apenas um dia, no fotolog da cantora e das dançarinas e como se não fosse o bastante, o site oficial do Axé Blond também esteve com milhares de acessos dos fãs. O último registro foi de 15 mil.
Além de desembarcar três vezes em Angola para cumprir agenda de shows em Luanda, a banda também fez sucesso até na França. As meninas da banda souberam que a música Pancadão estáva em primeiro lugar em algumas rádios da cidade de Boulingny-Sur Essone, a 50 quilômetros de Paris. O sucesso foi tanto, que o Axé Blond recebeu convites para fazer shows naquele país.
Com tantos sucessos e uma linda história, só posso desejar à minha querida amiga, muito sucesso nesse novo momento de sua vida.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Carlos Papel - Lenda Viva da Música Capixaba
Há aproximadamente duas décadas, desembarquei no aeroporto de Vitória do Espírito Santo para cumprir uma agenda de show com Baden Powell naquela cidade. Ao chegar no hotel, constatei que o responsável pelas diárias chamava-se Carlos Papel. Cheio de dúvidas, então perguntei ao recepcionista se aquele era o Carlos Papel cantor e compositor capixaba, que tinha participado do festival de MPB da Rede Globo, e ele me respondeu afirmativamente, explicando-me ainda que o mesmo era sócio do meu amigo Dão, produtor do espetáculo. Foi a partir dessa parceria que ficamos amigos e as inúmeras vezes que estive naquela cidade querida, levando artistas, como o Alceu Valença, Elomar & Xangai, Zezé Motta, Leny Andrade, Sivuca, Zé Ramanlho, e o Beto Guedes, sempre procuramos manter um relacionamento tão fraterno ao ponto dele me convidar pra não ficar em Hotel, mas em sua casa. “Lá em casa você fica mais a vontade, meu amigo”, dizia ele com sorriso largo e informal. Porém, nunca aceitei por causa da carga dos compromissos com o entra-e-sai de pessoas que só o hotel podia tolerar.Para aquele que não o conhece, Carlos Papel é um grande cantor, grande intérprete e grande compositor. Carioca de nascimento, mas capixaba de coração. Com mais de 50 anos de música é considerado lenda viva da música capixaba, e se tornou um ícone da maior importância no cenário musical daquele estado.
Além dessas qualidades, posso afirmar que também é um grande amigo e, realmente, pude constatar que é bastante popular naquela região, pois onde passávamos, suas fâns se agitavam e se debaldavam aos cochichos pelos cantos das esquinas ou nas portas dos restaurantes, na tentativa de conseguir autógrafos, abraços e alguns beijinhos, coisas que nenhum artista pode escapar.
Depois de tanto tempo sem vê-lo, posso dizer que tenho saudades do amigo, Carlos Papel.
sábado, 20 de outubro de 2007
CECÉU MUNIZ - É A VEZ DO AMOR
Conheci, pessoalmente, o Cecéu Muniz, no dia 28 de dezembro de 2006, no aeroporto Galeão do Rio de Janeiro. Eu estava levando a Banda Axé Blond para se apresentar no reveillon de um empresário angolano em Luanda e ele fazia parte da equipe. O máximo que eu pude perceber é que se tratava do namorado de Lucynha Cintra, vocalista principal da banda. Nada mais me ocorreu até que ele me perguntou se eu não me lembrava de suas músicas. “Eu sou o Cecéu Muniz, da música "Mexa a Lomba Lomba", uma das mais tocadas do carnaval de 2001”, disse ele. Mesmo assim ainda me passou despercebido, mas durante todo o tempo em que passamos juntos, fiquei sempre observando o seu jeito, descontraído, atencioso e humilde, até realmente me lembrar do Céceu, um tremendo cantor, compositor, arranjador, produtor musical e músico. Recordei-me de sua apresentação no programa do Faustão no final do ano 2003, com a música "Sem Perceber" que foi record de execução nas rádios de todo o Brasil, inclusive em São Paulo, Minas, Brasília e Rio de Janeiro, chegando a tocar mais de 140 vezes por semana nas rádios populares. Fiquei bastante surpreso de vê-lo ali, mas imagina por que? A resposta ta lá no início deste texto: a Lucynha Cintra, que o convidou pra fazer uma participação no show de Angola, e quem saiu ganhando fomos todos nós com a sua companhia que resplandeceu em nosso meio e nos encheu de orgulho e satisfação.Nascido em São Paulo e com uma excelente bagagem musical desde 1995, o cantor e compositor, começou sua carreira mostrando todo o seu potencial e seu trabalho. Em 1997, participou do Álbum “Remix Samba” e em 1999 deu início à sua carreira solo. Gravou o seu primeiro CD em 2000 e já em 2001 estourou nas paradas de sucesso. Passado o glamour de "Mexa a Lomba Lomba" e "Sem perceber", ele lançou em 2004 o Álbum “Mais uma Vez” que teve como música de trabalho “Molem Molem”, que ficou em 27 posição das músicas mais tocadas da América Latina.
O novo Álbum do artista “A VEZ DO AMOR”, foi o que me motivou escrever este artigo. Vasculhando os seus vídeos no Youtube, me deparei com a música “É a Vez do Amor”, que encheu o meu coração de esperança e de fé no amor. A sua música, cheia de romantismo nos arremete para um mundo diferente, um recanto paradisíaco onde só existe a calmaria e a certeza de que a felicidade é eterna.
Vídeo: "É a Vez do Amor"
Vídeo do Cecéu Muniz no programa do Faustão:
domingo, 14 de outubro de 2007
Forró DaGata
A Banda Forró DaGata vem desenvolvendo seu forró autêntico com repertórios selecionados de Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Flávio José, Dominguinhos, Trio Nordestino, Tacyo Carvalho, Aldemario Coelho, Santana, Estakazero, Sarapatel com Pimenta, Falamansa e Rastapé, unindo o forró universitário, forró pé de serra e demais versões de forró, agradando a um público de todas as idades. Hoje a Banda conta com parcerias de compositores como João Silva, Vicente Sobral, Tacyo Carvalho, Luciano Byey, Forró Tear, Trio Virgulino, Estanislau Vieira (multi-instrumentista), e outros. A banda hoje é totalmente independente, não possui gravadora e nem patrocínio, só grandes compositores já citados aqui. Graças a Deus, vamos lutando e buscando conhecimento com bandas experientes no assunto, levando a mensagem que o nosso mestre Luiz Gonzaga deixou.quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Espetáculos Realizados por Juahrez Alves
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Shows nacionais
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ZÉ RAMALHO - Vitória Es, Aracajú Se, Juazeiro Ba, Salvador Ba (quatro vezes, sendo duas no Encontro Nacional de Forró), Maceió Al, Bom Jesus da Lapa Ba
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ALCEU VALENÇA - Ilhéus Ba, Vitória Es, Irecê Ba, Feira de Santana Ba.
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GERALDO AZEVEDO - Salvador(Encontro Nacional de Forró),Teresina Pi, Picos Pi, Parnaiba Pi,Santarém Pa, S.Luís Ma, Recife Pe, Aracajú Se, Ilha de Itaparica Ba, Ilhéus Ba (quatro temporadas), Itacaré Ba, Porto Seguro Ba(03 vezes), Eunápolis Ba, Itamarajú Ba, Feira de Santana Ba, Juazeiro Ba, Maceió Al(duas temporadas).
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ELBA RAMALHO - Salvador Ba(Encontro Nacional de Forró por duas vezes), participação especial do show de Margareth Menezes em Porto Seguro, São Francisco do Conde, dia 29/06/2006, apresentação nos festejos juninos.
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GERALDO AZEVEDO E ZÉ RAMALHO JUNTOS - Salvador, Ba na Concha Acústica, Salvador, Ba e no Teatro Castro Alves.
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GERALDO AZEVEDO, ELBA RAMALHO,ALCEU VALENÇA E ZÉ RAMALHO, no show "O GRANDE ENCONTRO": Salvador,Ba
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GERALDO AZEVEDO: Maceió (02 temporadas), Porto Seguro (3 vezes), Itamarajú, Eunápolis, Ilhéus (temporada de 2 dias), Teresina, Picos-Pi, Parnaíba-Pi, São Luis-Ma, Santarém-Pa, Ilhéus (várias vezes), Feira de Santana ( com Tear Produções), Juazeiro ( com Tear Produções), Aracajú (com Tear Produções), Recife (com Tear Produções), Salvador, no Teatro Castro Alves (com Tear Produções).
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ZÉ RAMALHO E BELCHIOR no show "DUETO": Salvador, Ba. (com Tear Produções)
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FAGNER, Duas vezes no Encontro Nacional de Forró, em Salvador (com a Tear Produções).
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MARIZA MONTE, Feira de Santana
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LEONARDO, Salvador Feira de Santana, Jequié, Irecê, Itabuna e Itaberaba com a Tear Produções.
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BADEN POWELL, Vitória Es(duas vezes) e Feira de Santana Ba.
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GAL COSTA, Tournée Norte/Nordeste.
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CAPINAN, Participou de uma tournée com o Geraldo Azevedo.
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BETO GUEDES, Salvador Ba, Aracajú Se e Vitória Es(duas vezes).
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FLÁVIO VENTURINI, Salvador Ba(duas vezes) e Porto Velho Ro.
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LEILA PINHEIRO, Salvador,Ba.
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SIVUCA, Salvador Ba, Ilhéus Ba, Vitória Es.
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PAULINHO DA VIOLA, Ilhéus Ba.
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BOCA LIVRE, Salvador Ba.
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JOÃO BOSCO, Macapá Ap
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CHICO CÉSAR, Salvador Ba e Santo Amaro da Purificação Ba.
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ELOMAR, Aracajú Se, Salvador Ba, Vitória Es.
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XANGAI, Salvador Ba,(várias vezes), Vitória Es(duas vezes), Ilhéus Ba, Aracajú Se, Teresina Pi, S.Luís Ma, Macapá Ap, etc.
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BELCHIOR, Salvador Ba por duas vezes
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DOMINGUINHOS, Salvador Ba por quatro vezes. São Francisco do Conde/Ba, dia 28 de junho 2006, show nos festejos juninos.
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ELIMAR SANTOS, Salvador Ba.
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MARGARETH MENEZES , Porto Seguro.
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GIL & MILTON, Vitória Es.
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QUINTETO VIOLADO, Salvador Ba.
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ROSA MARIA, Salvador Ba.
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ROSANA, Salvador Ba.
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OLÍVIA BYINGTON E ASSIS BRASIL, Salvador Ba.
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OLÍVIA BYINGHTON E EDIGAR DUVIVIER, Salvador Ba.
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LUIZ MELODIA, Duas tournées Norte/Nordeste, além de outros shows individuais.
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EMÍLIO SANTIAGO, Tournée Norte/Nordeste: Belém Pa, Manaus Am, Santarém Pa, Macapá Ap, Fortaleza Ce, João Pessoa Pb, Recife Pe, Natal Rn, Salvador Ba.
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RENATO VARGAS, Tournée Norte/Nordeste com O SOM DO BARZINHO: Aracajú Se, Maceió Al, Teresina Pi, Manaus Am, Rio Branco Ac, Santarém Pa, S.Luís Ma.
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MARIA CREUZA, Salvador Ba.
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JAMELÃO, Salvador Ba por duas vezes.
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ZEZÉ MOTA, Salvador Ba, Ilhéus Ba e Vitória Es.
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MAITÊ PROENÇA, Salvador Ba, peça CONFISSÕES DE MULHERES DE TRINTA
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PEDRO & TIAGO, Alguns shows na Bahia com Tear Produções.
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GRUPO DOMINÓ, Salvador Ba.
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RAIMUNDO SODRÉ, Salvador Ba, Pojuca Ba.
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CIDADE NEGRA, Santo Amaro Ba, com Tear Produções.
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ALCIMAR MONTEIRO, Rui Barbosa Ba e várias vezes em Salvador com Tear produções
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BANDA SINFÔNICA DO AGRESTE, (Os Meninos de S.Caetano) Salvador Ba.
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BANDA MEL, Porto Seguro Ba., por duas vezes.
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OLODUM, Feira de Santana Ba, Porto Seguro Ba(por duas vezes).
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LENY ANDRADE, Salvador Ba, Ilhéus Ba, Vitória Es.
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JUCA CHAVES, Secretário Particular e Produtor de um show em Maceió Al.
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ELIZETE CARDOSO, Salvador Ba, em comemoração aos seus 50 anos de carreira artística no Hotel da Bahia.
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ELOMAR & XANGAI, Espetáculo dos dois artistas juntos em Aracajú Se e Vitória Es.
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BANDA CAVALO DE PAU, Em Salvador em parceria com Tear Produções
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BANDA KATINGUELÊ, Salvador Ba.
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LOBÃO, Santarém Pa.
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ROBERTO MENDES, participou de uma tournée com o Geraldo Azevedo.
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RENATO PRIETO, Peça Além da Vida, Renato Prieto, Lúcio Mauro e elenco, realizada no Teatro Castro Alves, direção de Augusto Cesar Vannucci e direção geral de Renato Prieto.
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PEÇA ALÉM DA VIDA, montagem em Salvador com elenco baiano, ficando em cartaz durante um mês. Veja um.
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GUILHERME ARANTES, Teresina Pi e Belém Pa.
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ULTRAGE À RIGOR, Ilhéus Ba.
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MARINEZ,Salvador,Ba.
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DJAVAN, Juazeiro do Norte Ce, Feira de Santana Ba., com Tear Produções
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TRIO NORDESTINO, Salvador Ba.
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MACIEL MELO, Salvador Ba e Cruz das Almas Ba.
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COLHER DE PAU, Salvador, Ba.
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BABY SOM, Salvador, Ba.
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MEL COM TERRA, Salvador, Ba.
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JOÃO KLEBER, Salvador Ba.
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FORROZEIRA CREMILDA, Salvador e Cachoeira na Bahia.
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ATRIZ SIMONE CARVALHO, Temporada em Salvador com sua peça infantil.
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ARNAULD RODRIGUES, Salvador Ba.
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ZÉ PAULO, Porto Seguro.
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BANDA ARROCHA O NÓ, Salvador com Tear Produções.
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HUGO LUNA, Várias vezes em Salvador com Tear produções.
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FORROTEAR, vários shows pela Bahia.
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LIMÃO COM MEL, Salvador, Ba
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EMMERSON NOGUEIRA, Dia 29 de setembro de 2006, em Macapá-Ap
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CIA JOÃO DE BARRO, dia 11 de julho de 2008, no Teatro Yemanjá do Centro de Convenções da Bahia, Solenidade de abertura da XXXVII CMSB - Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil
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BANDA AXÉ-BAHIA, dia 13 de julho de 2008, na Área Verde do Bahia Othon Pálace Hotel, Almoço de Confraternização da XXXVII CMSB - Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil
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A BOFETADA, dia 14 de julho de 2008, no Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba, dentro da programação da XXXVII CMSB - Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil
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BANDA DIDÁ, dia 15 de julho de 2008, no Bahia Othon Pálace Hotel, em Salvador/Ba, dentro da programação da XXXVII CMSB - Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil
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ORQUESTRA MUSICALIS, dia 15 de julho de 2008, na Área Verde do Bahia Othon Pálace Hotel, Jantar de Encerramento da XXXVII CMSB - Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil, dentre muitos outros pelo Brasil.
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NOITE DA CHINA, com o Humorista Shaolin e o Violeiro Xangai, dia 12 de março, de 2009, às 21:00 horas, CASA DE ESPETÁCULO/SALVADOR BAHIA
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Shows internacionais
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Tour Starlights
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Cantor Jamaicano STARLIGHTS, Salvador e algumas cidades do estado da Bahia (parceria com o produtor Lino de Almeida)
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Semana do Brasil em Angola 2005
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LUIZ MELODIA, LUANDA (ANGOLA) - Espaço Bahia - dia 06 de setembro de 2005
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ZEZÉ MOTA, LUANDA (ANGOLA) - Espaço Bahia - Dia 08 de setembro de 2005
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LUIZ MELODIA E ZEZÉ MOTA EM DUETO, LUANDA (ANGOLA) - Cine Tropical - Dia 09 de setembro de 2005
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Semana do Brasil em Angola 2006
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ZECA BALEIRO, LUANDA (ANGOLA) - Associação Chá de Caxindé - Dia 06 de setembro de 2006
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Reveillon 2006 em Angola
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AXÉ BLOND, LUANDA (ANGOLA) - Praia de Mussulo - Dia 31 de Dezembro de 2006
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Semana do Brasil em Angola 2007
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Banda de Boca, LUANDA (ANGOLA) - Associação Chá de Caxindé - Dia 05de setembro de 2007
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Jorge Aragão, LUANDA (ANGOLA) - Museu da Fortaleza - Dia 08 de setembro de 2007
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Semana do Brasil em Angola 2008
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Elba Ramalho, LUANDA/ANGOLA - Cine Place Bellas Shoppoing, dias 07 e 08 de novembro de 2008
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Peça Além da Vida
Depois de estrearmos com a Peça Além da Vida, com Elenco Original, no Teatro Castro Alves, com a participação do ator Lúcio Mauro e outros globais, no ano de 1995, montamos a peça com elenco baiano para uma temporada de 30 dias no Teatro de Nazaré, em Salvador/Ba e depois percorremos algumas cidades do interior do estado.Saudades do elenco e de toda a equipe.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Semana do Brasil em Angola
Depois de alguns espetáculos de Luiz Melodia e Zezé Motta dentro da progrmação da Semana do Brasil em Angola 2005, Zeca Baleiro na Semana do Brasil 2006, Banda Axé Blond no reveillon 2007 em uma ilha de Luanda, estivemos novamente em Angola com o Jorge Aragão e Banda de Boca que foram convidados para participarem da Semana do Brasil 2007, em Luanda. O show da Banda de Boca aconteceu no dia 05 de setembro no Teatro Chá de Caxinde e o de Jorge Aragão na Fortaleza de São Miguel, no dia 08 de setembro.Simplesmente, inesquecível.ECOSEGOS
ECOSEGOS, livro de poesias espiritualistas também de minha autoria, lançado no ano de 1983, no Bar Toalha da Saudade, do saudoso Batatinha, no largo dos aflitos em Salvador-Ba. Foi uma noite inesquecível com a presença da imprensa baiana e dos amigos. O Bar estava lotado para a minha surpresa. Benedito Lacerda, um filósofo, que havia publicado um livro, intitulado: FILOSOFIA DE MEIAS VERDADES, não deixou de está presente, pois afirmava, frequentemente, ser um admirador das minhas poesias.A definição do vocábulo Ecosegos é, na verdade, algo peculiar da ligação de duas palavras: ECOS e EGOS, conforme explica o livro em seu prefácio: "Ecosegos é um fluxo energético", conforme está declarado na apresentação do livro, "o eco de um grito de amor ou do canto de um passarinho. Um pé descalço e outro calçado; um olho aberto e outro fechado; uma lágrima caindo e outra por vir. Também é a tentativa de um vôo espiritual pelos lados ocultos do SER, onde a consciência está bem próxima da realidade cósmica..."
O Livro foi distribuído nas Livrarias Civilização Brasileira e teve uma boa aceitação na época.
Banda de Boca

BANDA DE BOCA: O grupo tem como caracteristcas marcantes a perfeita reproducao dos sons orignais de instrumentos com a voz. A Banda também participou da Semana do Brasil em Angola 2007, com show no Teatro Nacioanal Chá de Caxinde, no dia 05 de setembro e também na abertura do show do Jorge Aragão no dia 08 de setembro. Foi, realmente, espetacular.
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